Instituto Moreira Salles abre espaço para a cultura no Rio

novembro 27, 2006

Fundado em 1990, por Walter Moreira Salles, o Instituto Moreira Salles promove diversas atividades culturais pelo Brasil com sedes em São Paulo, Belo Horizonte, Poços de Calda e Rio de Janeiro. A carioca situa-se em uma mansão na Gávea com espaço para salas de exposição, sala de aula, biblioteca, auditório, cafeteria, loja de arte, ateliê e dependências para hóspedes.

foto-boa.jpgA entidade não possui fins lucrativos e suas principais áreas de atuação são: literatura, fotografia, cinema, artes plásticas e música brasileira. Com exposições e apresentações de alto nível cultural, a casa atrai um público seleto com o objetivo de formar e aprimorá-lo artisticamente: “O Instituto desenvolve programas culturais regulares em projetos de médio e longo prazo que atraem um público diferenciado”, comentou o secretário da administração da casa no Rio Hernani Fagundes.

A mansão abrigava a família Moreira Salles e passou por grandes reformas antes de se abrir ao público. Os dormitórios, por exemplo, tiveram sua área unificada para transformar-se em uma sala de cinema, que é bem utilizada pelos cariocas devido à programação de filmes que fogem do circuito tradicional do cinema: “Aqui é uma opção para ver filmes diferentes. Mesmo quando passam filmes hollywoodianos é bom”, disse o pintor Guilherme Sechin que ainda elogiou o clima aconchegante da sala: “Parece que agente está no cinema em casa”.

Ao todo a casa possui 3000m2 numa área de 10500m2 com jardins abertos. A mansão conta ainda com uma Reserva Técnica Fotográfica, composta por cerca de 160 mil imagens, e uma Reserva Técnica Musical, dedicado à preservação da MPB. O Instituto Moreira Salles funciona em conjunto com o Espaços Unibanco de Cinema/Unibanco Arteplex, constituindo assim no maior espaço privado dedicado à cultura do Brasil.

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Confira abaixo a agenda de eventos do centro cultural do Rio de Janeiro:

Uma verdade inconveniente: De 24 a 30 de novembro, às 14h, 16h, 18h e 20h
Dir.: Davis Guggenheim – 2006 – 100 min.
Documentário que traz o eloqüente político Al Gore, vice-presidente americano durante a gestão de Bill Clinton (1993-2000), fazendo uma série de apresentações para discutir os problemas do aquecimento global.

Pianistas brasileiras: Maria José Carrasqueira: Dia 5 de dezembro, às 20h30
A pianista interpreta clássicos do repertório para piano e peças de autores como Ernesto Nazareth, cujo acervo é preservado pelo IMS. Participação especial de Almeida Prado.
Bez Batti: Esculturas: Até 25 de fevereiro
Esculturas do artista gaúcho que se especializou no trabalho com basalto.
Salas 1, 2, 3 e 4

A cidade maravilhosa de André Filho: Até 25 de fevereiro
Mostra do acervo do compositor, com partituras, documentos e fotografias. Autor de músicas como Filosofia – em parceria com Noel Rosa – e Cidade maravilhosa, André Filho fez parte da ‘época de ouro’ da música brasileira.
Reserva técnica musical

Georges Leuzinger: um pioneiro do século XIX : Prorrogada até 25 de fevereiro
Imagens do fotógrafo e empresário suíço radicado no Rio de Janeiro, proprietário da Casa Leuzinger, principal empresa de impressão do Brasil no século XIX.
Gabinete fotográfico
Programação infantil
Dia 25 de novembro, às 17h: Espetáculo de música – O dia da música (a partir de 3 anos)
Dia 9 de dezembro, às 17h: Ateliê de arte (a partir de 5 anos)

texto: João Casotti
fotografia: João Casotti
edição: João Casotti

Segredos de escritores revelados em laboratório no CCBB

novembro 27, 2006

Ao longo de 2006, o Centro Cultural Banco do Brasil promoveu o “Laboratório do Escritor”, evento que trouxe importantes autores brasileiros como Milton Hatoum, Luiz Vilela, Silviano Santiago, Luiz Alfredo Garcia-Roza e João Ubaldo Ribeiro para conversar com o público sobre seu processo criativo. Concebido em formato de talk-show, o Laboratório submeteu os escritores a um verdadeiro interrogatório sobre o processo de elaboração de suas obras, desde o momento em que teve a idéia dos livros até a sua publicação e divulgação.

Entre as muitas questões que foram levantadas pelas jornalistas e diretoras do projeto Valéria Lamego e Cristiane Costa estão: se o autor realiza ou não pesquisa de campo ou pesquisa em outras fontes para conceber a obra, como ele enfrenta os momentos de dúvida e bloqueio, se ele vai direto ao ponto ou se precisa fazer revisões e versões até definir o texto final e a relação do escritor com a mídia e com as críticas.

No primeiro “Laboratório”, realizado em junho, duzentas e cinqüenta pessoas lotaram os dois auditórios do CCBB para conversar com o autor Milton Hatoum. “O primeiro laboratório mostrou como o processo de criação pode ser doloroso e muitas vezes leva o escritor até a abandonar obras, bem como trazer para seu cotidiano lembranças e memórias passadas, que são reinventadas a luz da criação”, comenta Valéria Lamego. “A nossa idéia é abrir a caixa-preta desses grandes escritores e com isso estimular a literatura e novos leitores”, afirma a diretora.

O Evento foi um sucesso. “O laboratório levou ao CCBB-rio um público de mais de 1000 pessoas entre leigos e candidatos a nova geração de escritores brasileiros. Todos, é claro, com grande interesse em literatura”, comemorou a assessora de imprensa do evento, Celeste Vasconcellos.

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texto:Maria Fernanda Villas Bôas
fotografia: Maria Fernanda Villas Bôas
edição: Maria Fernanda Villas Bôas

Arte de Minas encanta no Rio

novembro 27, 2006

O Centro Cultural do Banco do Brasil comemora 17 anos expondo um dos maiores artistas brasileiros, Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. A exposição Aleijadinho e seu tempo – Fé, engenho e arte conta com obras do mestre e alguns contemporâneos e mostra o Barroco, expressão artística que melhor se adaptou ao Brasil.

Foram ocupados dois andares do prédio divididos em 11 módulos. São mapas, desenhos, objetos em ouro, salas repletas de santos e oratórios e esculturas, em sua maioria originais do século XVIII.

Alguns dos módulos dedicados exclusivamente à Aleijadinho expõe suas esculturas que encantaram o mundo por sua expressividade e realismo. Em um corredor de acesso o chão foi decorado como é feito em dias de procissão

em Minas Gerais enquanto músicas típicas acompanham o trajeto. O saguão do primeiro andar foi tomado por réplicas em bronze dos 12 profetas característicos da cidade de Congonhas e o grupo Tá na rua canta e dança. “A música tem algo com ar de pilhéria, adorei” disse Angélica Rodrigues sobre o som do grupo.Mais adiante uma sala conta com 81 imagens projetadas nas paredes com os sete passos da Via Sacra que originalmente postam-se em pequenas capelas no caminho para a Igreja do Bom Jesus de Matosinhos. Além de todo o material exposto, duas salas-cofre passam 12 documentários, entre longas e curtas, constantemente, sobre a vida e a obra do mestre e diferentes aspectos de Minas. “Os documentários foram muito elucidativos e emocionantes”, disse Elydio Adler, engenheiro.

Nos outros ambientes, mapas e desenhos feitos durante expedições científicas e artísticas ao Brasil com autoria de Rugendas e Debret, contextualizam Aleijadinho na Minas Gerais de sua época. Assim como pinturas em madeira de Mestre Piranga e Metre Ataíde, entre outros, encerram a mostra que é grande, mas muito bem estruturada. E por isso fica no CCBB até o dia 11 de Fevereiro de 10h as 21h.

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Cristo da Reissureição 

texto: Luísa Pereira
fotografia: Luísa Pereira
edição: Luísa Pereira

Phone Trio busca espaço no cenário das bandas independentes

novembro 27, 2006

Completando dois anos de vida, a banda independente carioca Phone Trio tenta conquistar o público com muito bom humor e criatividade nas musicas. Formado por três integrantes, Hugo Faraco, Bruno Salgado e Mateus Simões, o trio tem como principal divulgação a Internet, por onde demonstra seu som punk rock melódico.

Com letras cantadas em inglês, o grupo tem dois CDs que refletem influências de bandas como NOFX, Descendents e The Get up Kids, “Tentamos fazer um punk de qualidade, pois este estilo é quase impossível inovar”, disse Faraco, o baterista. Neste ano lançaram o álbum “Brick Wall”, com apoio do selo independente Enemy One, de São Paulo onde fizeram dois shows no mês de Agosto.

O marketing da banda é feito pelos próprios membros através da Internet, que revolucionou os meios de divulgação no cenário da música alternativa. O Fotolog e o Orkut são os meios mais utilizados e permitem uma aproximação de um público a nível nacional. “Tem gente que ouve agente da Paraíba e comenta no Fotolog que se amarrou na banda. Isso deixa agente muito feliz!”, comenta Simões, baixista considerado como o grande palhaço do grupo. “O bom humor é o nosso segredo. São dois anos sem nenhum conflito”.

Sem muitos shows na bagagem o Phone Trio é considerado como um projeto paralelo, já que cada membro possui uma outra banda. O vocalista e guitarrista, Salgado admira a casualidade do grupo. “Somos três amigos tocando por prazer, como quem num quer nada. Se der certo é lucro, e até agora estamos ricos em diversão!”.

Para quem quiser conferir algum show da banda, abaixo tem a agenda de show:
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Agenda:

Dia 2 de dezembro
- Bandas Desenhadas 2006 – Primeira Edição
Exposição do cartunista Pedro de Luna com shows simultâneos a exposição
Shows com as bandas: Locomotiva (Niterói), Flay e Phone Trio
Rua Professor Alfredo Gomes 33 Botafogo – Próximo Botafogo Praia Shopping e Metrô de Botafogo
Abertura: 19:45 Ingresso: R$6

-SÃO PAULO com “Cinedisco” e “Do you like?”:
26 de Janeiro – Casa – M868 – Local – Metro belem
27 de Janeiro – Casa – Renegados – Local – Praia Grande
28 de Janeiro – Casa – Catedral Bar – R. Padre Manoel de Paiva, 56 B. Jardim Santo André – SP
28 de Janeiro – Casa – Novo Aeon Rock Bar

Contato: phonetrio@phonetrio.com
dropdproducoes@terra.com.br

Links: Perfil do Orkut- http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=11264735886003826354
Fotolog: http://www.fotolog.com/phone_trio
Trama Virtual -http://www.tramavirtual.com.br/phone_trio

Texto: João Casotti
Fotografia: João Casotti
Editor: João Casotti

Panorama artístico

novembro 27, 2006

Depois do Rio Cena Contemporânea, realizado com o fim de expor o atual momento do teatro, O Rio de Janeiro foi presenteado com o Panorama Festival.

O evento que ficou em cartaz do dia 10 a 22 de Novembro e teve organização feita por Eduardo Bonito e Nayse López, ocorre todo ano e completou 15 nesse último. O objetivo principal é a mostra da cena contemporânea da dança e por expor apresentações híbridas, que misturam teatro e artes plásticas, acabou por ser um espetáculo de artes em geral.

As peças ocorreram em diversos teatros do Rio como Nelson Rodrigues, Teatro Municipal assim como nos Centro culturais da Telemar e Caixa Econômica e Sescs. Algumas atrações internacionais marcaram presença e chamaram atenção como o grupo belga que apresentou “M. Uma peça mediana” em parceria com Maria Clara Villa Lobos. Assim como Tiago Guedes de Portugal que se apresenta sozinho em palco com a peça “Materiais diversos” em que brinca com objetos montando canários e verdadeiras obras de arte.

Durante os dias de apresentação também aconteceram workshops e depois das peças ocorria a “conversa pública” na qual artistas discutiam suas apresentações com o público. Outra atração do evento era a chamada “ocupação” em que artistas dançavam em locais alternativos como a rua, principalmente em frente aos locais onde ocorreria espetáculo. “ Mesmo não assistindo aos espetáculos pude assistir à ótimas e inesperadas performances”, disse a estudante Luiza Duarte sobre dançarinos que se apresentaram na porta do Teatro Municipal.

Para quem não foi fica para o próximo ano conferir o festival que cumpre o nome que tem dando uma noção de uma cena tão difícil de caracterizar.

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texto: Luísa Pereira
fotografia: Luísa Pereira
edição: Luísa Pereira

MIX BRASIL: o cinema com uma visão diferente

novembro 27, 2006

O festival Mix Brasil de cinema e vídeo da diversidade sexual está sendo realizado em diversas salas de exibição por toda cidade. O evento, que teve uma temporada em São Paulo, começou no Rio no dia 21 e deverá continuar até o dia 03 de dezembro colocando em cartaz temas relacionados à sexualidade.

O festival, que já está em sua 14˚ edição, é anual e é realizado pela Associação Cultura Mix Brasil, uma organização sem fins lucrativos que promove através do evento a liberdade de expressão quando se trata de diversidade sexual. “Procuramos desmistificar uma realidade que está muito próxima de todos” afirma a produtora do evento Thalita Ateyeh.

A 14˚ edição do “Mix” conta com a exibição de mais de 70 filmes, entre longas e curtas, produzidos em 11 países. A programação é dividida em sessões, entre elas estão: Panorama Internacional, Centerpiece, Rock me baby, Curta mix Brasil e etc. Da sessão Panorama Internacional destacam-se “Aminésia”, um filme baseado em fatos reais sobre uma homem encontrado sem memória no banco de um parque em Montreal, e “Eu sou Boy”, documentário sobre o fenômeno dos FTMs (female-to-male: mulheres que tomam hormônios e  fazem cirurgias de mudança de sexo), destaque nos EUA e no Brasil.

O “Mix” também trata de questões como a AIDS. “Um ano sem amor” é um dos destaques no tema. “Como nesse ano o foco é a Argentina, optamos por esse filme. Um dos melhores filmes da década sobre o vírus da AIDS” disse a diretora do evento Suzy Capó.

Quem quiser mais informações sobre o festival pode acessar o site http://www.mixbrasil.org.br/index.shtml. Neste endereço os interessados podem conferir a programação dos cinemas, as notícias do evento, as críticas dos filmes no blog do “Mix” e ainda acessar sites de festas, que como o Mix Brasil, tem carta branca quando se trata de liberdade e diversidade.

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texto: Maria Fernanda Villas Bôas
fotografia: Maria Fernanda Villas Bôas
edição: Maria Fernanda Villas Bôas

Um pouco de Lapa na Barra da Tijuca

novembro 27, 2006

Inaugurada desde o ano passado a casa Bom Sujeito completa um ano no próximo dia 14. Para muitos era o que faltava no bairro da Barra da Tijuca. “É bom porque é diferente de tudo que existe aqui”, conta Marlene Neves, moradora do bairro e freqüentadora do local.

Segundo a produtora do local, Samira Assed, o nome vem da música de Dorival Caymmi “…quem não gosta de samba bom sujeito não é, é ruim da cabeça ou doente do pé..”. E a idéia é justamente trazer um pouco da Lapa, dessa vida boêmia para o bairro.

Localizada na rua dos motéis a casa de samba faz o estilo das que existem na Lapa. Um sobrado discreto, quase imperceptível quando se passa de carro, mas com música alta até altas horas da madrugada. Na porta o recepcionista fica vestido a caráter, de “malandro” boêmio”, camisa listrada e chapéu. “Essa roupinha dá um charme”, revela a estudante, Marina Fraga. As homenagens ao samba não ficam só na entrada, nas paredes do salão pode se ver fotos de grandes sambistas.

A casa abre as quintas, sextas e sábados às 22h e aos domingo mais cedo, às 18h 30. O couvert artístico é R$ 12 na quinta, R$ 16 na sexta e R$ 18 no sábado. Aos domingos, os preços são R$ 5 mulheres e R$ 8 homens. “É um preço acessível, ainda mais que aqui na Barra a maioria das coisas que se for fazer é bem mais caro. Vale a pena.”, diz Fabiana Faria, estudante de enfermagem.

Em quase um ano de funcionamento o lugar já recebeu grandes nomes da música popular brasileira, como Beth Carvalho, Monarco e os filhos de Martinho da Vila, Tunico e Juliana Ferreira. “Eu adoro, porque além de convidados famosos, tem uns grupos desconhecidos que às vezes são muito bons”, diz a cabelereira, Maria Silva.

A casa é também restaurante, e conta com um cardápio típico dos botequins cariocas: cerveja gelada, caipirinhas, petiscos e muito mais. Para o frentista Marcos Silva nada melhor que a combinação de samba e cerveja numa sexta-feira depois do trabalho.

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O endereço da casa segue à baixo.
Estr. da Barra da Tijuca, 18 – Sobrado
Barrinha – Rio de Janeiro (21) 2491- 8955

Site para mais informações : www.bomsujeito.com.br

texto: Joana Medina
fotografia: Joana Medina
edição: Joana Medina

Festa do Trama Univesitário

novembro 27, 2006

Foi realizada no espaço Vivo Rio no último dia 14, a festa do Trama Universitário. A atração da noite foi a cantora Maria Rita que animou os universitários presentes. A festa também contou com as participações de Marcelo Camelo, do Los Hermanos, e Leandro Sapucahy.

A noite foi aberta por três bandas, os baianos do grupo Pessoas Invisíveis, seguidos dos gaúchos do Apanhador Só e Garotas Suecas. Estas foram as ganhadoras do Festival de Bandas Trama Universitário. “É legal ter bandas de abertura, mas três foi um pouco demais. Chegou um momento que eu não agüentava mais”, disse Daniela Silva, estudante de Direito da UERJ. No intervalo de uma atração e outra, os Djs Max B.O e Tati da Vila ajudaram a disfarçar a demora do show. “Cada vez que a galera vaiava, o Dj colocava uma música agitada pra gente esquecer a espera” diz Mario Mendes, estudante de Psicologia da UFRJ

Os portões foram abertos às 21h, mas Maria Rita só subiu no palco por volta de 1h. No entanto, a espera não desanimou o público que foi ao delírio quando a cantora entrou descalça e começou a cantar “Muito Pouco”, sucesso do seu segundo álbum, seguido de “Conta Outra”, “Recado”, “A Festa”, “Caminho das Águas”, “Cara Valente” e muitos outros sucessos dos seus cds. “Valeu a pena esperar. Cheguei cedo, fiquei em pé esse tempo todo, mas quando ela entrou no palco esqueci tudo. Ela é maravilhosa”, conta a fã, Marcela Reis.“A presença de palco dela é perfeita, ela empolga todo mundo até nas suas músicas mais calminhas”, completa

O show todo foi um sucesso, com dois momentos marcantes o primeiro quando o vocalista dos Los Hermanos, Marcelo Camelo, entrou no palco e cantou “Carinhoso”, e o outro quando ela cantou “Santa Chuva”. O público vibrou e se emocionou. “Fiquei toda arrepiada”, confessa Fernanda Gomes, estudante de Economia

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Maria Rita no palco

texto: Joana Medina
fotografia: Joana Medina
edição: Joana Medina

O circo está na cidade

novembro 13, 2006

Foi aberta a temporada de apresentações do Cirque du Soleil no Rio de Janeiro dia primeiro de Novembro. Vindo de São Paulo, onde se apresentou de Agosto à Setembro, a produção espera um público de 120 mil espectadores no Rio.

Fundado em 1984 no Canadá, estima-se que o Circo já tenha encantado nove milhões de pessoas no mundo com sua mistura teatral de artes circenses e de rua, músicas originais e fantasias extravagantes. Com seis espetáculos fixos em Las Vegas e na Disney e sete em turnê, é a primeira vez que o Cirque du Soleil vêm ao Brasil. O espetáculo escolhido foi o Saltimbanco.          

cirque-du-soleil.jpgA tenda azul e amarela de 150 toneladas e de extensão foi montada no estacionamento do Barra Shopping. A equipe conta com 51 artistas de mais de 40 nacionalidades e para cada um são necessários quatro técnicos.

A apresentação é constituída de dez números de tirar o fôlego, como o duo de trapézio, balanço russo e malabarismo, e provoca gargalhadas na platéia com palhaços que interagem com o público. “É totalmente diferente de tudo que eu já vi relacionado a circo”, disse Paula Brotas, 45 anos, arquiteta. “Eles extrapolam os limites do corpo humano, parecem mutantes”, disse Julio Secchin, estudante de Comunicação Social, ressaltando a performance mão-a-mão, na qual dois artistas se equilibram um no outro sobre uma mesa.

A lona ficará montada durante um mês. A área Vip, o Tapis Rouge, oferece uma tenda na parte externa com uma lojinha para compra de produtos do Cirque como máscaras e DVDs de outros espetáculos do grupo e alguns artistas brincando com o público antes da apresentação. Mas a brincadeira custa caro. Os preços dos ingressos variam de 400 reais, dependendo do dia. Devido ao sucesso e grande procura, ingressos estão sendo vendidos no Mercado Livre.

texto: Luísa Pereira
fotografia: João Casotti
edição: Maria Fernanda Vasconcellos

Vivo Rio: mais um espaço cultural na cidade maravilhosa

novembro 13, 2006

Foi inaugurada nesta sexta-feira, 10 de Novembro, a casa de espetáculo Vivo Rio, no Aterro do Flamengo. A festa era apenas para convidados. Com muita emoção e entusiasmo, o cantor Gilberto Gil abriu a noite em uma festa contou com a participação de Maria Rita, Adriana Calcanhoto e da dupla Sandy e Junior.

A casa foi aberta para o público no sábado, também com um show de Gilberto Gil e seus convidados, Sandy e Ivete Sangalo. No domingo, o ministro cantou ao lado de Adriana Calcanhoto e Maria Rita. Apaixonada por música brasileira, a estudante de comunicação, Rita Ribeiro, conta que se emocionou com Adriana Calcanhoto. A única reclamação foi quanto ao preço: “Achei que por ser mais uma casa de espetáculo o preço do ingresso iria diminuir, mas continua na média dos outros lugares. Seria um atrativo a mais”.

Para a estudante de economia Silvia Antunes o preço não foi um problema: “O preço é mais ou menos o mesmo dos outros lugares, a diferença é que aqui é pertinho da minha casa. Adorei. Muito bom ter mais um lugar para shows”. Moradora da Glória, ela confessa que muitas vezes deixou de ir aos seus shows favoritos porque teria que se deslocar até o Claro Hall, na Barra da Tijuca, ou  ao Canecão, em Botafogo

Na próxima terça-feira, 14, a casa está reservada para o pessoal do site Trama Universitário. A festa, só para universitários, terá apresentação de Maria Rita e convidados, dentre eles Marcelo Camelo, vocalista da banda Los Hermanos. Mas é apenas para os universitários que conseguiram se cadastrar e imprimir seus vale-ingresso no site da Trama www.tramauniversitario.com.br. “De graça, para ver Maria Rita, parece até brincadeira, claro que eu vou”, diz a estudante de medicina da UFRJ, Camila Rios, enquanto esperava na fila da loja New Disc no Rio Sul para a troca de ingresso. Para o show é só apresentar o ingresso e mais um quilo de alimento.

Vivo Rio não será apenas uma casa de show como também teatro, ampliando ainda mais as possibilidades culturais dos cariocas. Em Janeiro de 2007 haverá a peça infantil “O pequeno príncipe”.

Confira a baixo às próximas atrações

New Order – 16/11
Horário: 22h
Atrações: Show com New Order a banda inglesa pioneira na mistura entre o eletrônico e o rock
Preço: Camarote: R$ 300
Frisas: R$ 250
Pista: R$ 200
Pontos de venda: FNAC: Barra Shopping
Modern Sound: Barata Ribeiro 502, lj d – Copacabana
Personal Fit: Avenida Princesa Isabel 150 sala 201 – Leme
Posto Piraquê Lagoa: Avenida Borges de Medeiros, s/nº
Info: www.vivorio.com.br
Censura: 18 anos
Lenine – 17/11 e 18/11
Horário: 22h
Atrações: Lenine faz o show de seu novo CD e DVD Acústico MTV
Preço: Camarote: R$ 120
Frisas: R$ 100
VIP: R$ 90
Setor 1: R$ 80
Setor 2: R$ 70
Setor 3: R$ 60
Pontos de venda: Bilheteria do MAM
FNAC – Barra Shopping
Modern Sound – Copacabana
Personal Lift – Leme
Posto Piraquê – Lagoa
www.ingressorapido.com.br
Info: www.vivorio.com.br
Censura: De 7 a 14 anos acompanhado dos pais ou responsável
Maria Bethânia – 2/12
Horário: 22h
Atrações: Show de Maria Bethânia lançando o CD Pirata e Mar de Sophia
Preço: Camarote: R$ 150
Frisa: R$ 120
VIP: R$ 100
Setor 1: R$ 80
Setor 2: R$ 70
Setor 3: R$ 60
Pontos de venda: Bilheteria do Mam
FNAC Barra Shopping
Modern Sound – Copacabana
Personal Fit – Leme
Info: www.vivorio.com.br
Censura: De 7 a 14 anos acompanhado dos pais ou responsável
Maria Bethânia – 3/12 e 4/12
Horário: 20h
Atrações: Show de Maria Bethânia lançando o CD Pirata e Mar de Sophia
Preço: Camarote: R$ 150
Frisa: R$ 120
VIP: R$ 100
Setor 1: R$ 80
Setor 2: R$ 70
Setor 3: R$ 60
Pontos de venda: Bilheteria do Mam
FNAC Barra Shopping
Modern Sound – Copacabana
Personal Fit – Leme
Info: www.vivorio.com.br
Censura: De 7 a 14 anos acompanhado dos pais ou responsável
Maria Bethânia – 8/12 e 9/12
Horário: 22h
Atrações: Show de Maria Bethânia lançando o CD Pirata e Mar de Sophia
Preço: Camarote: R$ 150
Frisa: R$ 120
VIP: R$ 100
Setor 1: R$ 80
Setor 2: R$ 70
Setor 3: R$ 60
Pontos de venda: Bilheteria do Mam
FNAC Barra Shopping
Modern Sound – Copacabana
Personal Fit – Leme
Info: www.vivorio.com.br
Censura: De 7 a 14 anos acompanhado dos pais ou responsável
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texto: Joana Medina
fotografia: João Casotti
edição : Maria Fernanda


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